Primavera
Abrindo de par em par
as portas do palácio:
A PRIMAVERA
Matsuo Bashô
quinta-feira, março 29, 2012
segunda-feira, janeiro 04, 2010
segunda-feira, novembro 09, 2009
domingo, novembro 08, 2009
terça-feira, novembro 03, 2009
quarta-feira, outubro 07, 2009
quinta-feira, julho 02, 2009
domingo, maio 17, 2009
sexta-feira, maio 15, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
domingo, dezembro 21, 2008
domingo, dezembro 14, 2008
EXPLICAÇÃO DA LUZ
O azulejo lava a sua luz
Tem o brilho
Do movimento exacto
Dos seus vestidos
E o seu rosto é limpo.
Com as suas próprias mãos
Sem acabar se acaricia.
A luz lava o brilho
Do azulejo. A luz o lava
No seu vestido
E o seu rosto é um.
Com as próprias mãos
O quebra e inicia.
O azulejo lava a sua luz
Tem o brilho
Do movimento exacto
Dos seus vestidos
E o seu rosto é limpo.
Com as suas próprias mãos
Sem acabar se acaricia.
A luz lava o brilho
Do azulejo. A luz o lava
No seu vestido
E o seu rosto é um.
Com as próprias mãos
O quebra e inicia.
EXPLICAÇÃO DAS MARÉS
O navio atravessa o sentido dos corpos
As casas vomitam a luz pela janela
Do enjoo das casas naufragam
As mulheres
Daniel Faria, Explicação das Árvores e de Outros Animais. Fundação Manuel Leão, 1998.
domingo, novembro 23, 2008
sexta-feira, novembro 21, 2008
W. B. YEATS
MEDITAÇÃO EM TEMPO DE GUERRA
Numa pulsação de artéria,
Sentado naquela velha pedra cinzenta,
Debaixo da velha árvore quebrada pelo vento,
Soube que o Uno é animado,
A humanidade inanimada fantasia.
1921
Numa pulsação de artéria,
Sentado naquela velha pedra cinzenta,
Debaixo da velha árvore quebrada pelo vento,
Soube que o Uno é animado,
A humanidade inanimada fantasia.
1921
terça-feira, novembro 11, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
quarta-feira, outubro 29, 2008
domingo, outubro 26, 2008
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